Estados Unidos e Sudeste Asiático: está chegando!

por Jackie Mota 20.abr.2014

Nem que acredito que a próxima viagem já está chegando! A vida sempre se encarrega de colocar nossos planos de cabeça pra baixo e nosso cenário nesta época de preparativos está completamente diferente do que esperávamos, mas estamos muito animados de qualquer forma. No primeiro dia do mês de maio embarcamos para nossa viagem com maior duração e também para o destino mais longe até agora: iremos para os Estados Unidos and pro Sudeste Asiático!

Estávamos desde o ano passado pensando em ir a Nova York em maio, por uns 10 dias, e tentando ajustar as agendas quando a promoção da Delta pro Sudeste Asiático com stopover nos EUA apareceu. Depois de estudarmos muito nossas agendas, Rômulo conseguiu combinar férias em todos os seus dez mil postos e eu consegui juntar algumas folgas, e voilá, conseguimos um mês inteiro. Então ficou perfeito para aproveitar nosso destino inicial, Nova York, e, de quebra, ir ali na Ásia pela primeira vez.

Desde então entramos naquela vibe, nossa, tem muito tempo para planejar. Até que, oops, já está perto. Em março dei uma corrida para conseguir fecharmos os destinos que visitaríamos, emitir vistos, comprar as passagens aéreas internas e reservar hotéis. Com isso já bate uma tranquilidade, né?

Época

A época em que você vai à Ásia influencia muio na sua viagem por causa dos riscos de monções. A gente foi no único mês disponível mesmo, então sabíamos, por exemplo, que devíamos evitar a costa oeste da Tailândia e que corremos muito risco de pegar chuva no Myanmar. O ideal é mesmo planejar, se puder. No blog 360 meridianos tem um guia bem completo sobre as monções, para você ter uma idéia. Atualizamos após a volta com as impressões de maio.

Já para os EUA a época é ótima. É primavera, com dias ensolarados e temperaturas amenas, tanto na costa Oeste quanto na Leste.

Custos

Como sempre, a viagem pode ser feita em diferentes estilos e orçamentos. Os mochileiros amam a Ásia e conseguem viajar por ali com sucto baixo, mas já relatos de viagens de viajantes mais luxury e babei em hotéis com diárias a mais de US$ 1 mil. Então, tudo depende do seu orçamento.

O mais caro deve ser mesmo a passagem até lá. No nosso caso saiu bem barato, pois foi uma promoção, pela Delta – fique de olho no Melhores Destinos. Se você estiver com tempo para se locomover na região de trem ou ônibus, vai gastar bem pouco. Mas mesmo que tenha que voar, vai gastar menos que no Brasil. Como falo mais abaixo no tópico Transporte, a região tem muitas boas cias low cost. Vamos voar com algumas, com média de US$ 100 ida e volta por pessoa já com taxas.

A hospedagem padrão é bem barata. Eu coloquei uma meta de US$ 50 por noite para casal e consegui ótimos hotéis abaixo disso e até um 5 estrelas por US$ 100.

Não esqueça de incluir no orçamento os vistos, pois muitos são pagos. O do Vietnã custa US$ 45 por pessoa, mais o serviço de carta convite; o do Myanmar (cerca de ) US$ 30 por pessoa; e no Cambodia sai a US$ 28 o e-visa por pessoa.

Quanto à alimentação, ainda não posso opinar, mas atualizo quando voltarmos.

Na parte americana da viagem, o que encarece é a hospedagem. O visto pros EUA custa US$ 160. O transporte ideal em NY é o metrô, e sai barato. Já em LA vamos alugar um carro, mas o preço é ótimo também.

O roteiro

O mais difícil foi mesmo definir que lugares visitaríamos. Como a gente não planejou ir à Ásia, compramos no impulso, coloquei 20 dias sem pensar muito se seria suficiente para ir onde eu mais queria. Acho que o ideal é primeiro estudar isso e depois comprar a passagem, porque aí você tem mais chances de não ficar na difícil missão de ter que escolher o que cabe no seu tempo disponível.E também acho que é bom ter pelo menos uns 23, 24 dias, já que a viagem é longa e cansativa (e a passagem não costuma ser barata).

O critério para o roteiro é muito pessoal, né? Eu comecei listando todos os lugares a que queria ir (ou seja, mil). Bati minha lista com o Ro, elencamos prioridades. Aí quando eu tava quase decidindo, lia algum post incrível sobre um lugar e pronto, queria mudar tudo. E ficamos muito tempo nisso.

Mas, conseguimos incluir os destinos do topo das nossas listas. Assim, na Tailândia ficamos com Bangkok e o Norte, na região do Triângulo Dourado. Vamos ficar com base em Chiang Rai, que é uma cidade que já havia nos encantado há um tempo, e fazer passeios nos arredores, como a Mae Salong, uma remota vila de população com origem chinesa. Essa região já foi a maior produtora de ópio do mundo e é um encontro de culturas, com muitas tribos diferentes convivendo e influências do Myanmar, Tailândia, Laos e China. Tínhamos programado um passeio que já seria no Laos, cruzando a fronteira por terra, mas depois li muitos relatos sobre perigos neste passeio e resolvemos abortar missão. Mas talvez dê para pelo menos “pisar” no Laos. É nessa região que pretendemos também fazer um passeio com elefantes e onde estaremos no dia do Visakha Bucha, um dos dias mais sagrados do calendário budista.

Aí vamos ao Myanmar, que eu simplesmente não conseguia excluir da minha lista. Desde que vimos uma fotos de um sobrevôo de balão em Bagan, eu decidi que tinha que ir àquela cidade. Só que em maio, quando iremos, já não há vôos de balão, porque é época de chuvas. Mesmo assim não quis adiar minha primeira olhadinha nesse país. Então, escolhi passar meu aniversário lá. Vai ser tipo um “preview”, rapidinho: Yangon e Bagan. E aí um dia voltamos pro vôo de Balão e para conhecer outros pontos que sei que vou adorar, como o Inle Lake.

Depois vamos para o Vietnã, que entrou e  saiu da lista várias vezes. É que o que eu mais queria conhecer lá era Halong Bay, mas ia precisar de tempo e como pra chegar lá o caminho é por Hanói, eu ia querer conhecer a cidade também. Estava difícil de encaixar. Mas depois de ler o post da Camila eu tive que dar um jeito. Para isso cortamos as praias, o que não me doeu muito porque acabamos de voltar de Los Roques e não somos assim tão praieiros. Pesou na nossa decisão também o fato de irmos em maio, quando as monções já estão dando as caras na região. Imagina só chegar lá e só chover na praia tendo aberto mão de outros lugares onde a chuva não atrapalharia tanto? Eu ia querer morrer. Então, bye praia e bienvenido Vietnã.

Por último ficou Siem Reap. Não vou nem dizer o Cambodia porque iremos mesmo só a Siem Reap. Ir aos templos de Angkor era um ponto indiscutível para gente. Então acho que junto a Bangkok foi o único destino que não saiu da lista nenhuma vez.

O roteiro nos EUA foi bem mais simples. A gente ia mesmo era para Nova York, por isso reservamos 10 noites (11 dias) lá, na volta da Ásia. Mas, para quebrar o vôo de ida, programamos um stopover em LA. Eu nem pesquisei antes quanto tempo seria ideal aqui, simplesmente coloquei 2 dias e acabaram programando um vôo que nos dá 2 dias e meio. Não é o ideal, mas consegui fazer um roteirinho bacana. Vamos passar um dia na Disneyland, que fica em Anaheim, pertinho, e ainda ver os pontos mais famosos de LA.

 Nosso roteiro, então, ficou assim:

1. Brasil-Los Angeles
2. LA (dois dias e meio)
3. Vôo eterno até Tailândia
4. Bangkok (3 dias)
5. Myanmar (4 dias em Yangon e Bagan)
6. Volta à Tailândia – 4 dias em Chiang Rai (Triângulo Dourado)
7. Vietnã (4 dias Hanói e Halong Bay)
8. Cambodia (2 dias e meio Siem Reap)
9. Vôo mais eterno ainda Siem Reap-Bangkok – NY
10. New york, New York (11 dias e 10 noites)
11. Vôo NY-Brasil

birmania

Transporte

Como nossa prioridade era o tempo, escolhemos voar todos os trechos. Porque a gente acha que na Ásia é tudo logo ali, né? Mas não é. Os trechos por terra, de ônibus ou trem seriam muito longos, mas como não queríamos abrir mão de nenhum lugar, foi o preço a se pagar. A boa notícia é que na Ásia existem várias cias aéreas low costs, então tinha muita opção de vôos para todo canto.

No entanto, mesmo com low costs, quando tentamos voar de um local a outro, por exemplo, de Hanói para Siem Reap ou de Yangon para Hanói, as passagens ficavam muito caras. A solução foi emitir tudo de Bangkok, assim: Bangkok-Yangon-Bangkok-Chiang Rai-Bangkok-Hanói-Bangkok-Siem Reap-Bangkok. Ficava bem mais barato e não aumentava o tempo de viagem, já que muitos vôos tinham mesmo escala em Bangkok. E como tinha sempre várias opções de horários, consegui encaixar tudinho para não tomarmos chá de cadeira no aeroporto.

Acabamos comprando vôos com a Air Asia, a Nok Air e a Bangkok Airways. Mas outras empresas que voam nessa região são a Vietnam Airlines, a Myanmar Air. Chegamos a comprar vôos por US$ 60 por pessoa, ida e volta. Tinha vôos bem baratos, por exemplo Bangkok-Yangon e outros mais caros, como para Hanói. E, claro, depende do dia e da antecedência. Todos os vôos aumentaram de preço desde o início da minha pesquisa, então teria sido uma economia comprar logo. Mas o único vôo que achei “caro” foi o interno no Myanmar, US$ 130 por pessoa ida e volta, para um vôo de 1h30. Mas coloquei isso na conta do “presente de aniversário” =)

Comprei todos os vôos direto nos sites das cias. Abria várias abas e ia pesquisando em todas. Usei o Skyscanner e o Kayak, mas nem sempre a opção mais barata aparecia por lá. Só para o vôo interno do Myanmar não consegui pela internet, tive que procurar uma agência.

Leituras

Para pesquisar sobre a Ásia usei muitas fontes. Alguns blogs são o da Camila (que inclusive tem um ótimo post sobre planejamento pra Ásia), da Fernanda, da Emília, da Carla, o da Karla, dos meninos do 360 meridianos,  da Tetê e o  do Átila e da Lud. A Camila também me indicou o Travel Fish, um fórum bem bacana sobre Ásia, que me ajudou muito na parte do Myanmar, especialmente.

Eu comprei e ganhei alguns guias. Do Rough Guides ganhei o First Time Asia, que é um bom manual pro viajante principiante, mas não traz muitas infos sobre os destinos e nem inclui todos os países que queríamos; o India, pois até cogitamos inclui o país; e o Thailand, que eu usei. Comprei, em ebook, o Thailand e o Myanmar da Lonely Planet, para poder levar no Kindle ou Ipad. E comprei a versão impressa do Vietnã e Angkhor Wat.

uias

Para os EUA usei  blogs, como o Aprendiz de Viajante, e comprei um guia de Nova York, o Travel Witness, em inglês e o Melhor Guia de Nova York, do Pedro Andrade. Além disso, já tinha o Nova York para Mãos de Vaca, em pdf. Mas confesso que não li muito os guias e ainda não planejei bem nossos dias na última parada da viagem. Como encontraremos um casal de amigos lá, deixei um pouco por conta dele também.

Hospedagem

Quanto eu estava deprimida eu procurava hotéis na Ásia e ficava feliz. Gente, que maravilha, hotéis ótimos super baratos. Quem dera fosse sempre assim para reservar hospedagem.  Coloquei uma meta de US$ 50 por noite pros dois para a parte asiática da viagem e consegui cumprir mesmo incluindo um 5 estrelas e alguns bons hotéis.

Para as reservas, usei majoritariamente o Booking. Sempre comparava com o preço no próprio hotel, no Asia Rooms e outros sites, mas o Booking sempre tinha a melhor tarifa, especialmente as refundable.

Além do Booking usei o Agoda, para um hostel no Myanmar e para o cruzeiro em Halong Bay.

thai

Em Nova York usei a ajuda imprescindível da Cláudia, do Aprendiz de Viajante. Queria um hotel central e com reserva refundable e no preço médio de New York, sem ir à falência. A Cláudia me indicou um que cumpria todos os requisitos.

E em L.A aluguei pelo AirBnb. Será nossa primeira experiência com eles. Queria ficar em Santa Mônica, mas os hotéis estavam caríssimos na região. Então vou apostar no site pela primeira vez. Fingers crossed!

Vistos

Além de estar com o passaporte em dia, alguns países do nosos roteiro exigem visto. Essa é a parte mais chata e tem que ser incluída nas contas, pois quanto mais países você visita, mais gasta com vistos. O visto dos EUA eu contei como tiramos aqui.

Na Ásia, a Tailândia não pede visto para brasileiros; já Cambodia, Vietnã e Myanmar, sim.

O do Cambodia é bem tranquilo. Eu usei o e-visa para agilizar o processo, mas pode-se tirar um visa on arrival.  Neste site aqui preenchi um formulário; paguei com paypal US$ 28 por pessoa e pronto. Recebi por email nossos vistos para o Kindgom of Cambodia. Já imprimi e guardei junto ao passaporte.

Para o Vietnã não é  tão simples, mas também é prático. Peguei o caminho das pedras no Viaggiando também. Como chegaremos de avião, podemos pedir um visa on arrival. Preenchi um formulário neste site aqui, paguei US$ 9 dólares por pessoa e recebi no meu email uma carta convite que é exijida dos turistas e um visto pré-aprovado. Imprimi tudo e tenho que levar junto com uma foto para entregar no aeroporto, onde pagarei ainda US$ 45 por pessoa pelo visto.

E aí vem o Myanmar. Faltam 10 dias para embarcarmos e ainda não temos os vistos. Entrei em contato com algumas agências, mas cada uma me dizia uma coisa diferente e acabei ficando com receio de fechar. Se você tem bastante tempo de antecedência ou se mora em Brasília, você pode tirar com a Embaixada do país na nossa capital. No site eles explicam tudo. Custa R$ 60 por pessoa e se você não estiver em Brasília tem que enviar o passaporte pelos Correios. Eu tenho um super pé atrás com Correios, então não quis correr o risco. Por isso nossas opções são: tirar um visto em Bangkok antes de ir pro Myanmar ou conseguir um pre-arranged visa para tirar um visa on arrival. Estou tentanto esse visto pré-aprovado, mas no meu último contato nos informaram que as regras mudariam no dia 24 de abril e estamos esperando notícias. Como a embaixada do Myanmar em Bangkok é super perto do nosso hotel, estou com esse plano C na manga. Atualizo após nossa volta.

Vacinas

Mais um motivo para planejar uma viagem para a Ásia com antecedência são as vacinas. Exigida é só mesmo a de Febre Amarela (falamos dela aqui), mas por precaução são recomendadas várias outras. O melhor para quem viajar muito, ou mora em cidades que recebem muitos turistas, é estar mesmo com a vacinação em dia. Então começamos no fim do ano passado a ver isso. Fiz a sorologia para algumas para saber o que precisava ser tomado ou reforçado e acabei tomando ou reforçando a Dupla (Difteria e Tétano) e Hepatite B (no SUS) e a Meningocócica (no posto particular).

Bagagem

Depois que conseguimos nos virar muito bem em Los Roques e Canaima apenas com  mochilas decidimos viajar sempre com o mínimo possível. Nossa idéia é levar uma mochila cada com uns 5kg e mais uma bolsa feminina com câmera, kindle e documentos. Assim a gente ainda fica com espaço e cota para colocar algumas comprinhas, já que nas low costs temos direito a 7 kg de bagagem de mão. Será que conseguimos? A inspiração é a Camila, que viajou pela região com sua mini mochilinha, veja aqui.

E lá vamos nós….

Bom, faltam dez (10!!!) dias para viajarmos e ainda falta muita coisa para resolver. Temos que ver a parte financeira da viagem – como levar o dinheiro, câmbio, cartões etc – e fechar o roteiro nas cidades, agendar transfers etc. Mas, sei que vai dar tudo certo e já estou curtindo um momento “entrando na viagem” total.

Você tem alguma dica de algum destes destinos? Deixa aí nos comments que ainda dá tempo!

Texto: Jackie; Fotos: Viaje Sim!

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Publicado por Jackie Mota

Uso minha formação em jornalismo e minha experiência organizando as viagens da minha própria família para escrever posts didáticos e detalhados para poupar o SEU tempo. Nos meus textos você encontra informações práticas apuradas com responsabilidade e organizadas de acordo com as necessidades do viajante. Referências histórias e análises sobre a política e impactos do turismo também estão presentes no meu trabalho para que você viaje bem informado, seguro e consciente - sou especialista em Relações Internacionais e Mestre em Estudos Estratégicos da Segurança Internacional.

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Comentários

  1. 22 abr 2014

    Tá chegando!!! Boa viagem, Jackie!

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