Lua de mel no México: as dicas da Marina

por Jackie Mota 30.jan.2013

Depois de mostrar como foi seu roteiro de 3 dias na Cidade do México em sua lua de mel, a Marina hoje dá algumas dicas gerais sobre a viagem:

A Jackie nos apresentou um site brasileiro de compra de passagens bem interessante, chamado Zupper. Foi tudo bem prático e eles disponibilizam um serviço de atendimento ao cliente bem eficiente, o que facilitou e muito a nossa vida quando decidimos fazer uma modificação de data. Além disso, nos enviaram pelos Correios um guia visual de viagem da Cidade do México de presente, editado pela Folha de S. Paulo e, ao retornarmos, solicitaram uma avaliação dos serviços prestados.

Nossos voos Rio x Cidade do México e Cancun X Rio foram pela cia Copa e o voo interno Cidade do México X Cancun foi pela Aeroméxico. Outras companhias, como a TAM, voam para o México diariamente, e também Taca e AA fazem vôos com escalas em diferentes cidades.

Chamo atenção para que fiquem atentos/as às normas para limite de bagagem, caso voem em companhias diferentes, a fim de que não sejam surpreendidos ao embarcarem com as comprinhas dos lindos artesanatos mexicano. É importante prestar atenção à questão do limite de bagagens, no caso de se fazer também viagens internas em vôos locais, como fizemos da Cidade do México para Cancun. Olhando no site da companhia área (Aeroméxico), informavam que havia um limite de uma bagagem de 25kg por pessoa neste trecho e, com isso, me contive para não ultrapassar. Acabou que nos surpreendemos ao fazer o check-in e ver que a tarifa que pegamos promocional era de primeira classe, ou seja, poderíamos ter desencanado com essa questão do excesso de bagagem. E, no mais, depois soubemos que, como estávamos em viagem internacional, éramos uma exceção à essa regra. Algo a averiguar. Sempre prefiro evitar a fadiga em viagens, porque já tive alguns transtornos de ter que abrir mala em aeroporto, passar tralhas para bagagem de mão e conseguir despachar a mala, que prefiro seguir a recomendação interna.

Brasileiros/as em viagem ao México não precisam de visto, mas é necessário levar uma autorização impressa emitida  no site do Instituto Nacional de Migración do México, o que é bem fácil de fazer.

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Se você não domina a língua espanhola, isto não será um empecilho para se comunicar ou obter as informações que desejar, sobretudo pela atenção e disponibilidade dos mexicanos. Amo a língua espanhola, estudei, gosto de falar, mas meu marido, por exemplo, não, e se virou muito bem com o portunhol. Agora, se não curte muito comida apimentada, é importante ao menos saber perguntar se é picante ou não, que seria algo como “es picoso?”.

Prestem atenção aos dias de visita aos museus na Cidade do México, porque, como ocorre em geral, muitos não abrem às segundas-feiras. Então, programem-se neste dia para outros passeios, como ao Theotihucán.

Em termos de segurança, como uma graaannndee cidade, temos que ficar atentos/as e evitar nos expor a determinadas situações de maior vulnerabilidade. Nada de tão diferente das precauções que temos no Rio de Janeiro, por exemplo, no sentido de evitar mexer em dinheiro em locais públicos, tentar usar dinheiro trocado e evitar dar notas de valor alto nas ruas, do tipo, 500 pesos, não ficar tirando foto em qualquer espaço público e por aí em diante. Prudência é sempre melhor.

Sobre o clima: em agosto, já no final verão mexicano, pegamos dois dias de muito sol e calor e, em compensação, um de muito muito frio e vento, com pancadas de chuva. Nada que um casaco impermeável não resolva e um guarda chuva na bolsa também.

Em relação ao hotel, recomendamos o Gran Hotel de la Ciudad de México, tanto pela localização, quanto pela tarifa mesmo. Aliás, compramos a estadia pelo hoteis.com, com boas tarifas e ainda com a vantagem poder pagar no cartão, parcelando, o que, para recém-casados, é uma mão na roda. Bem, é um hotel bem clássico e imponente, com a opção de incluir ou não café da manhã, pacotes para lua de mel etc. O café da manhã mexicano já é uma orgia gastronômica à parte e o hotel oferece diferentes opções para quem não quiser entrar tão cedo no clima picante das refeições do país.

Transporte: quanto aos transportes, andamos de táxi poucas vezes, como do aeroporto para o hotel (há cabines de cooperativas e o hotel nos recomendou o Porto Táxi, são uns táxis brancos, e a corrida custou 290 pesos, cerca de 50 reais até o hotel) e depois no retorno ao aeroporto (prestem atenção se o seu voo for à noite, no horário do rush… o trânsito na Cidade do México é puxado e sair com antecedência é o ideal). Basicamente, circulamos de transporte público, entre metrô (4 pesos), ônibus comum (3 pesos), ônibus elétrico (3 pesos), o que nos atendeu perfeitamente. Angelo e eu sempre preferimos transportes coletivos e gostamos muito de circular assim pela cidade, a fim de conhecer melhor as pessoas, ouvir histórias… Bem, há muitos relatos de assalto e sequestro de turistas em táxis na Cidade do México e, do que observamos, recomendamos atenção aos táxis comuns (vinho e dourado) que circulam pela cidade. Procurem tomar táxi em pontos ou, de preferência, peça apoio no hotel ou no estabelecimento em que estiverem na hora de chamar um táxi, para, assim, evitarem imprevistos.

Câmbio: levamos dólares e observamos que a melhor taxa (1 USD = 13 pesos) que encontramos foi a do aeroporto da Cidade do México. Até nos arrependemos de não ter trocado todo o nosso dinheiro lá, porque não encontramos boas tarifas em outras casas de câmbio, nem de Playa del Carmen nem de Cancun. Assim, se estiver em torno desse câmbio, não hesite em trocar. Até é possível comprar coisas em dólar, mas, obviamente, a conversão é sempre para cima e saimos perdendo.

Sobre locais para comer: Angelo e eu não exploramos nem um terço dos tantos restaurantes que gostaríamos de visitar e que nos foram recomendados. Íamos conforme a praticidade e a nossa conveniência no momento, sem muita pressão. Daí comíamos, às vezes, comida na rua, em redes de restaurantes mexicanos… Mas pesquise um pouco antes de ir, se gostar de explorar as opções gastronômicas. Alguns amigos mexicanos nos recomendaram o restaurante Antiguo San Angel Inn, como um dos melhores de comida mexicana.

Preços: No geral, achamos os preços para comer e circular na Cidade do México bem acessíveis. Claro que depende também do padrão de consumo que a pessoa tem e estilo de viagem que gosta. Angelo e eu não somos consumidores compulsivos, preferimos investir o nosso tempo e dinheiro em conhecer novos locais e, tirando os artesanatos, nada mais nos tentou. Em toda a viagem, incluindo Cancun e Playa del Carmen, o mais caro que gastamos, por exemplo, em uma refeição, foi o equivalente a 120 reais, em um restaurante mais requintado em Cancun, o que não é nada de outro mundo.

Texto: Marina Maria; edição: Jackie Mota; fotos: arquivo pessoal de Marina Maria

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Publicado por Jackie Mota

Uso minha formação em jornalismo e minha experiência organizando as viagens da minha própria família para escrever posts didáticos e detalhados para poupar o SEU tempo. Nos meus textos você encontra informações práticas apuradas com responsabilidade e organizadas de acordo com as necessidades do viajante. Referências histórias e análises sobre a política e impactos do turismo também estão presentes no meu trabalho para que você viaje bem informado, seguro e consciente - sou especialista em Relações Internacionais e Mestre em Estudos Estratégicos da Segurança Internacional.

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Comentários

  1. Fabiola
    29 jun 2015

    Oi Jackie, cade o resto da viagem?
    Fiquei morrendo de curiosidade pra saber sobre os hotéis e passeio no Caribe…
    Perfil deles é muito semelhante ao nosso, essa vontade de juntar tudo numa viagem só…

    • 31 jul 2015

      OI Fabiola, minha amiga não terminou de postar infelizmente (depois do casamento, ela teve bebe =)). Mas fui eu quem organizei o roteiro, posso te ajudar com qq dúvida. beijos,

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