Parem de falar mal das mudanças

Cresceu no interior de Minas, sempre cercada de livros. Desde criança tem uma alma antiga. Encontrou no Rio o amor da sua vida, com quem ama viajar e se casar (again and again). É mãe de dois buldogues, Maquiavel e Foucault, jornalista e mestre em Estudos Estratégicos.

5 Comments on Parem de falar mal das mudanças

  1. Rosemerry
    7 de junho de 2016 at 21:45 (4 anos ago)

    Eita que essa blogueira me estimula, hahahahahahah
    Eu sempre tive medo da mudança, afinal nasci, cresci e vivi até casar na mesma casa, não poderia ser diferente, mas depois que casei, me mudei três vezes, mas que a vida intera…

    Sofri muito com a primeira mudança pois a primeira casa depois de casada carrega lembranças afetivas intensas, respirei fundo e segui os conselhos do marido visionário que cantou uma pedra lá em 2009 e com o boom imobiliário fez nosso apartamento quadriplicar de preço de 2009 a 2013.
    Mas a verdade é que é difícil chamar uma casa de lar, então me mudei pela terceira vez e aqui estou eu onde sempre quis estar… E aprendemos que não dá pra ter tudo no tempo que queremos e que as necessidades mudam ao longo dos anos, casei e queria uma casa, o tempo passou e nos mostrou que na verdade precisávamos era de uma lar.

    Sobre a internet travo uma batalha constante, é a lutar entre querer criar uma vida digital (iniciar uma caminhada como blogueira) e viver “simple life”, entre comprar somente o necessário e sigo cada dia mais pessoas no snapchat ( óhh vício). Filtro o que realmente vale a minha atenção, mas no fim do dia tenho que passar no instagram daquela moça que posta umas receitas mara! Enfim a internet é um vício, como se vc ficar sem se conectar vai ficar pra trás, desatualizada, e não, não é verdade.
    Mas vamos evoluindo e criando maturidade para criar um meio termo.
    Assim vc vai longe Jackie, mas confeso que depois que a Clarissa crio o snapchat queria que vc criasse um também ?????
    Bjus
    Tudo de bom na casa nova.
    Boa sabe que o gorducho tá bem.

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    • Jackie Mota
      8 de junho de 2016 at 14:05 (4 anos ago)

      é isso mesmo, nao da pra ter tudo o tempo todo e a vida muda tanto, que as vezes o que a gente queria tanto num momento não nos serve em outro. Aí não da pra ficar preso so pq a gente ja quis tanto, tem que seguir o fluxo =)
      Entendo bem essas questões sobre internet, mas acho que a questão é que nos vendem que há uma oposição entre ser digital, bem informado, conectado e estar o tempo todo disponível ou, pior, consumindo o que não precisamos e não queremos. Eu consinto com perfis em todas as redes, mas não “perco” tempo, pq so coloco o tempo que EU decido colocar. ah, snapchat não acho que vai rolar pq é MUITO ficar vendo a vida do outro não? E eu gosto de usar pra pegar informações etc e lá a informação some.
      Entao, pelo menos por enquanto não vejo utilidade pro perfil que eu estou agora de usaria de internet (eu acho suuuper útil, por exemplo, pra quem quer justamente que as pessoas vejam mais como ela é na intimidade, mudar uma imagem que as pessoas tenham dela etc, mas não é meu caso, pelo menos agora).
      um beijo!!!!
      ps: no comentario anterior eu falei de umas dicas que usava pra controlar meu tempo com internet qd tava no mestrado, veja se são úteis.

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      • Rosemery Fernandes
        8 de junho de 2016 at 14:15 (4 anos ago)

        A verdade é que temos que ter muuuuiiito filtro nessa vida!

        Snapchat é isso mesmo ficar vendo a vida do outro, mas é de impacto muito rápido e nem todo perfil realmente se encaixa, no seu caso somente serveria, eu acho, quando vc fizesse em viagens, como se pudessemos viajar com vcs. Mas vc tá certíssima temos que poupar nosso tempo e usar realmente no que vale a pena, arinal ele é tão raro né.
        Vou te tar seguir suas dicas.
        Quando puder fale mais sobre ?
        Bjus

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  2. Van
    7 de junho de 2016 at 20:04 (4 anos ago)

    Jackie, sempre tive muito medo do “novo”, mas olha, até que é legal. Tenho tentado me desconectar também, tô começando a desinstalar certos aplicados com notificações também e agora, começando a escrever a dissertação, aí mesmo que terei que me ausentar das redes sociais. Que você continuem muito felizes no novo lar! Beijinhos :*

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    • Jackie Mota
      7 de junho de 2016 at 20:42 (4 anos ago)

      Van, dá medo mesmo, normal, mas encarar o medo quase sempre resulta em boas coisas. Olha, pra escrever dissertação tem que ter muita disciplina, ne? Eu penei na minha. Eu ate tinha apps de redes sociais no emu celular, mas nenhum, nem email, com notificações. Isso deixa qq um ansioso, tá louco. Outra coisa é que não levo celular pro quarto. Por lá, so livros. E isso evita que vc acorde e vá direto pro celular tb. Agora to com celular sem nenhuma rede e uso apenas nos horários de trabalho mesmo, interajo com o pessoal e tudo, mas com horário certinho. Eu tinha apagado meu FB por um mês e pouco, reativei pq descobri que as pessoas ainda me viam e eu passava de all educada ne? haha. Mas descobri que não fez falta nenhuma pessoalmente, mas realmente eu acho que enriquece pro meu trabalho de criar conteudo.
      Qt a dissertado, na época eu usei um app que vc instala no computador e ele bloqueia navegador e internet por determinado tempo que vc escolhe. Mas minha melhor técnica era mesmo a pomodoro (25 ou 50 minutos de trabalho e 5 ou 10 de descansos) aliada ao 750 words – que é um site em que vc se cadastra e ele vai marcando todo dia qd vc alcançou sua meta, que é de 750 palavras por dia. ele manda email na hora qu cvc escolher tb pra te lembrar de escrever e a interface é bem simples, evita distrações. Boa sorte e obrigada pelos votos =)

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