Carrinho de bebê para viagem: confira a escolha e as dicas de 10 blogueiras

por Jackie Mota 06.dez.2018

Escolher o carrinho do bebê é uma das tarefas mais complexas da montagem do enxoval. São muitos detalhes para se levar em consideração e comparar nos inúmeros modelos disponíveis no mercado. Quando a família gosta de rodar o mundo, então, há ainda mais dúvidas. Pois para facilitar a vida de futuras mamães reuni nesse post a escolha do carrinho de bebê para viagem de 10 blogueiras e instagrammers. Dessa forma você pode economizar tempo na sua pesquisa e aprender com a experiência de quem já passou por essa fase. Tem carrinho para todo tipo de rotina e de orçamento e dicas para te ajudar a conjugar o carrinho com outros itens do enxoval como moisés e bebê conforto. Confira a escolha dessas experientes mamães viajantes: 

Preparando para decolar: Maria dorme tranquila no Bugaboo Bee usando o moisés

Carrinho de bebê para viagem: a escolha e as dicas de blogueiras e instagrammers 

Maira, do Mãe no Mundo

“Nosso melhor investimento em termos de itens para viagem com bebê foi o nosso carrinho (e não é publi, pagamos por ele!). Somos totalmente apaixonados pelo Yoyo+ da Baby Zen. É possível abrir e fechá-lo em menos de 5 segundos, ele tem uma alça para ser carregado como uma bolsa de ombro, é o mais leve que já vi e ainda cabe no compartimento superior do avião (“cabin size”). Isso ajuda muito nos aeroportos grandes ou conexões longas, situações nas quais, se não tivéssemos essa facilidade, não teríamos um carrinho junto. O Yoyo tem uma boa cobertura para proteger do sol ou vento, um bagageiro embaixo que nos atende e deita bem (Vicente é capaz de dormir horas nele).

Yoyo+, da BabyZen é o carrinho escolhido pela Maira para a rotina e viagens com Vicente: ele pode ser levado na cabine

De ponto negativo, acho que só as rodas pequenas (mas nem tanto para um carrinho “cabin size”), o que pode fazer com que ele fique preso caso a gente passe sobre frestas ou dê solavancos em buracos muito grandes, mas resolvemos isso passando com o carrinho na diagonal entre eles. E essas rodinhas aguentam muito!!!

Temos o carrinho há 2 anos, ele já passou por 4 meses de milhares de km rodados na Europa ano passado e mais uma volta ao mundo esse ano, além de ser o único carrinho que usamos quando estamos em casa. Super resistente, nunca nos deixou na mão e já fez até trilha com a gente! E ainda é lindo e moderninho! Nunca usei outros carrinhos de viagem, mas esse recomendo de verdade mesmo! O Yoyo+ custa cerca de USD 500″.

  • Confira detalhes do carrinho escolhido pela Maira – Yoyo+ BabyZen
  • Acompanhe as viagens da Maira no blog e no Instagram Mãe no Mundo

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Carina, do Viajoteca

“Depois de muito pesquisar qual carrinho comprar, eu já havia decidido que o modelo que eu compraria seria o Bugaboo Bee, porque ele era prático para desmontar, muitas pessoas dizia que era prático para viajar e não ocupava muito espaço no porta-malas do carro. E durante minha gravidez, saiu a edição especial Van Gogh, justamente com a estampa do meu quadro favorito. Eu não tive mais como pensar em outro depois disto, confesso.

Eu estou usando o carrinho a quase 3 anos e sou satisfeita. Acho ele realmente fácil de montar e desmontar, confortável para bebê (eu tinha o bassinet) e criança, e me dá uma super mão na hora de carregar as tralhas todas, porque tem o compartimento abaixo da cadeirinha.

Já para carregar nos aviões, acho pouco prático. Você só precisa tirar as duas rodas dianteiras e colocar na mala, mas tem de ser da maneira certa, senão a mala não fecha. E isto quase nunca acontece de primeira. Outro desconforto é que ele não é tão pequeno assim desmontado, e é meio trambolho para carregar como mala (desmontado) até a porta do avião. E pra finalizar, o pessoal que desembarca as malas, sempre acha que ele é uma mala mesmo, e quase nunca recebo na porta do avião, ele sempre acaba na esteira de bagagem.

Apesar disto, eu ainda uso em viagens, e não troquei por um modelo guarda-chuva porque acho confortável para minha filha sentar e dormir, e para mim, que empurro. Ele é leve para empurrar, com bom amortecimento nas 4 rodas e poder ajustar a altura da alça para empurrar o carrinho é um super conforto. Também acho ele muito bom para quem mora em lugares com inverno rigoroso. A capa de inverno é ótima e mantém o bebê-criança bem quentinho e confortável.

Eu paguei em torno de 1200 euros com alguns opcionais (no final de 2015), como Bassinet, Sombrinha, Capa de inverno”.

Camila, do blog Viaggiando 

“Eu comprei o carrinho do Pedro pensando na praticidade não só nas viagens, mas também no dia a dia. Nas primeiras semanas de vida dele tínhamos um carrinho mais robusto emprestado de uma amiga, mas quase não o usamos, era mais fácil usar o sling. Então quando ele estava com uns 2 meses procuramos um carrinho leve. Uma pesquisada na internet me mostrou que a Chicco era uma marca vendida no Brasil que tinha o tipo de carrinho que queríamos e que agradava muitos pais. Fomos à loja para comprar o LiteWay, mas chegando lá vimos um modelo ainda menor e mais leve, o Chicco Miinimo, que na época era lançamento por aqui. Quando a vendedora o dobrou nós decidimos na hora! Ele fica super compacto, do tamanho de uma mala pequena! E é também super leve, pesa menos de 7 kg, e é super fácil de manusear.

Para usar com o Pedro, Camila escolheu um modelo levíssimo, o Chicco Miinimo. Ele recomendo para viagens de carro, pois ocupa pouco volume no porta-malas

Já levamos o carrinho em viagens nacionais, despachando na porta do avião. Não testei se é possível levá-lo em cima, como bagagem de mão, mas talvez até seja. Acho que ele é ainda mais interessante nas viagens de carro, pois ocupa muito menos espaço no porta-malas que a maioria dos carrinhos. Eu não tenho nada a reclamar do Miinimo, mas talvez ele não seja uma boa opção para o bebê muito pequenininho, mas depois de uns meses é ótimo para quem quer praticidade. O preço médio é R$ 1,1 mil.

Helen, do Instagram My Mamãe Said So

“Quando estava grávida pela primeira vez em 2013, meu marido e eu fizemos uma planilha de prós e contra para escolher um carrinho. Acabamos optando pelo Baby Jogger City Mini (US$150-200) Na época, ele era um dos menores no mercado e era o queridinho das mães urbanas. Adoro que ele fecha com uma mão só, reclina completamente, tem uma cesta bem grande e um capuz solar que protege bem o bebê. O City Mini nos acompanhou em Paris, Bavária, Salzburg, NYC, Disney…adoro! Ele tem um bom amortecedor e conseguimos dirigi-lo com uma mão só (algo que facilita muito a vida!).

O escolhido da Helen, City Mini Baby Jogger, é confortável para bebês pequenos e sucesso entre mães urbanas

Uma das coisas que mais gosto dele é que ele comporta crianças maiores: não usamos o carrinho no dia a dia desde que minha filha tem uns 15-16 meses. Mas, em viagem, principalmente viagens onde vamos andar muito, tipo Paris ou Disney, ajuda ter um carrinho para cochilos e até como “porta tralha.” A maioria dos carrinhos super compactos não comportam crianças maiores tão confortavelmente. Quando minha filha tinha 3,5, levamos um YoyoZen à uma amiga no Brasil. Eu estava fascinada pelo tamanho e praticidade do YoyoZen. Mas minha filha, aos 3,5, ficou bem apertada nele…

Ah, apesar de ser super fã do City Mini, em viagens só eu e minha filha, prefiro despachar o City Mini com a bagagem e carregá-la somente no canguru. Ter um carrinho nessa hora é uma coisa a mais para carregar no aeroporto, então prefiro colocar a criança nas costas, ter uma bolsinha pequena com meus documentos, levar somente uma mala de mão e pegar o carrinho só ao chegarmos no destino”.

Outra vantagem do City Mini é ser confortável para crianças maiores

Natália, do Ziga da Zuca 

“Optamos pelo MacLaren Techno X para a Olivia por ser leve e fechar como guarda chuva, o que facilita muito no dia a dia, para guardar no apartamento pequeno e para viajar. Compramos usado em ótimo estado por R$260, o que demonstra que ele é super durável. Sua única desvantagem (mas é desse modelo, outros tem) é que não tem um bolso mais à mão para guardar coisas pequenas como uma água, etc. Tem um bolso sim, mas é onde fica a capa de chuva, aí não cabe mais nada direito.

Natália optou por um modelo guarda-chuva, o MacLaren Techno X, leve e compacto

Para viajar ele funciona super bem, pois é leve e prático. Aliás, no dia a dia não temos usado muito, pois com 2 anos e 5 meses, Olivia quer mais é correr por aí. Mas, durante uma viagem com dias mais intensos, sempre rola aquele momento de cansaço em que o carrinho é uma mão na roda, especialmente para as sonecas. Já viajamos para a Argentina, Chile, Uruguai e Nova Zelândia com ele e foi super aprovado”.

O modelo da MacLaren é prático para bebês maiores e aprovado no uso em viagens pela Nat

Isabela, do Viajapedia

“O carrinho foi o item que mais dei importância no enxoval do Dani. Queria um modelo que fosse leve, prático e que não ocupasse espaço, já que nosso carro e apartamento eram pequenos. Foi depois de alguma pesquisa que encontrei o Quinny Zapp Xtra 2, um carrinho com menos de 9kg que podia ser usado em conjunto com o bebê conforto, gerando assim uma praticidade enorme para retirar o bebê do carro, sem acordá-lo!

Para crianças maiores de 6 meses, o assento do carrinho é reversível, com opções de reclínio, podendo ser usado para frente ou para trás. A vantagem deste modelo, além da leveza, é poder viajar tranquilamente de avião, despachando apenas duas peças (a base do carrinho e o bebê conforto). E depois, quando as crianças são maiorzinhas, o carrinho fecha em uma única peça, ficando em um tamanho bastante compacto.

A Isa escolheu o Quinny Zapp, que permite o uso com bebê conforto e fecha facilmente sem esse peça

A desvantagem, são as rodas, pequenas para terrenos mais acidentados, como por exemplo, as ruas de Portugal, onde vivo. Hoje em dia o modelo Xtra 2 foi descontinuado e substituído por uma versão muito similar chamada Zapp Xpress, ainda mais leve (7,6kg). O preço no Brasil sai em média R$2,3 mil e na Europa, cerca de € 250″

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Karla Larissa, do Compartilhe Viagens

“Quando fomos escolher um carrinho para nossa bebê, pensamos principalmente em usá-lo para viajar. Queríamos um carrinho simples, compacto, leve, fácil de montar e desmontar. Depois de pesquisar bastante, escolhemos o Chicco Liteway. Além dessas qualidades, ele é um carrinho bem barato. Como fizemos enxoval nos EUA, pagamos menos de 100 dólares por ele. Aqui no Brasil, ele custa pouco mais de R$ 600. 

O uso deste carrinho é recomendável a partir dos 6 meses porque ele não reclina muito e o espaço interno é largo para um bebê muito pequeno e vai até 15kg. Porém, para usá-lo desde recém nascido, compramos um suporte almofada para cabeça e corpo da Summer Infant Snuzzler e serviu muito bem. A parte interna da almofada é um tecido como pelúcia, bem quentinho, ideal para dias frios. Mas como vivemos em Natal, isso é muito raro, então, usamos ela do lado contrário, que é um tecido que esquenta menos.

A nossa bebê ainda tem 5 meses e meio, mas até aqui o carrinho nos serviu bem para passeios, para quando vamos almoçar em restaurantes, e na viagem que fizemos. A única coisa é que ela não dorme nele. Não sei se pelo carrinho, por não reclinar tanto, ou pela personalidade dela, que não gosta nem de berço. Adora um braço e uma cama compartilhada. 

Esse modelo de carrinho também não acopla bebê conforto, mas também não compramos um. Optamos por uma cadeirinha que vai de RN até 54kg.  Enfim, acho que é um carrinho para quem pensa em usá-lo mais quando o bebê for maior e para viajar. Simples, barato, fácil de manusear e manobrar. Mas não é um carrinho para quem quer usar como Moisés”.

  • Confira detalhes do carrinho escolhido pela Karla – Chicco Liteway
  • Acompanhe as viagens da Karla no blog e Instagram do Compartilhe Viagens 
Fernanda, do Viagens de Mãe

O carrinho para mim é um item indispensável na viagem, mesmo agora que a Giovanna já tem mais de 3 anos. Aliás, especialmente agora. Em alguns momentos, ela pede pra andar e explorar os ambientes e acho isso o máximo. Mas quando o cansaço bate, não dá mais pra dar colo nem usar o canguru, que também foi um ótimo aliado nas viagens com ela menorzinha. E aí o carrinho entra em cena. O carrinho que uso hoje com a Giovanna foi herdado de uma amiga. É um modelo guarda-chuva, simples, da marca Chicco. No site da Chicco, o que mais se aproxima dele é o modelo C6 Lightweight, que custa em média USD 80 dólares.

O primeiro carrinho que usamos também era Chicco, um 3 em 1 que nos acompanhou por muitas viagens (TrioSystem Sprint, 300 dólares, aproximadamente). É um carrinho completo que nos atendeu muito bem. Apesar de grande, era fácil de montar e desmontar e não ocupava tanto espaço no porta-malas. Mas à medida que a Giovanna foi crescendo e ficando mais pesada, um carrinho mais leve se fez necessário. Uma amiga, que já estava com o filho crescido, me emprestou o carrinho que nos acompanha até hoje. 

O único defeito dele pra mim é o fato de não deitar, mas isso também nunca foi um grande problema para nós. Quando acontece da Giovanna dormir, dorme de boa sentada mesmo e voilà! Não tenho do que me queixar, ainda mais sabendo o quanto esse carrinho já rodou o mundo com duas crianças diferentes! Acho até que ele aguentaria rodar com uma terceira, porém tenho um outro modelo em mente. Para meu próximo baby (quando vier), pretendo comprar o modelo Techno XT da MacLaren, que deita completamente. Levei um desse pra minha sobrinha e fizemos um test-drive na nossa última ida para o Brasil. Foi um sucesso. Fica a sugestão para quem quer um carrinho compacto e confortável. O TECHNO XT custa 395 dólares, mas a MACLAREN tem outros modelos mais em conta”.

Mariana Jardim, colaboradora do Viaje Sim! 

“Comprei um carrinho antes do nascimento do meu primeiro filho, Bento, e outro quando engravidei do meu segundo bebê, Gael. Quando Bento nasceu compramos o City Mini, da Baby Jogger. Na época queríamos um carrinho que tivesse moisés, que acoplasse cadeirinha de carro (compramos à época a Maxi Cosi Mico AP Infant Car Seat) e que fosse, ao mesmo tempo, leve e fácil de fechar, principalmente para eu colocar e tirar do carro. Não queria também gastar um rim no carrinho. Compramos nos EUA por USD 170 (com os adaptadores para a cadeirinha de carro). O moisés foi herança de uns amigos, então não precisamos comprar. Já a cadeirinha achei bem cara, USD 150, mas como ela tinha ótimas avaliações de usuários no quesito segurança, uma prioridade porque andamos muito de carro, achamos que o preço valia a pena (e o dólar não era nem R$ 2 naquele ano).

Os prós do City mini são: carrinho em si bem leve. Toda a capa sai, sendo fácil de lavar. A marca vende bons acessórios, como um skate acoplavel ótimo para levar o irmão mais velho em pé. Apesar de não ser guarda-chuva, não é muito trambolho. Abre e fecha bem fácil na função carrinho normal, como um celular de flip, por meio de uma alça que fica no assento. Quando usado com moisés, ele tem uma reclinação que ajuda na questão anti-refluxo, e dá para colocar um travesseiro anti-refluxo para aumentar ainda mais a reclinação (mas de outra marca). Boa “dirigibilidade”.

Pontos negativos do City Mini: quando usado com o bebê conforto, não é tão pratico para abrir e fechar. Nosso bebê conforto é super pesado, então colocar e tirar do carro com o bebê nele não é fácil. Não sei se a própria marca lançou um bebê conforto mais leve ou se há outro modelo que encaixe nele mais leve. Quando usado como carrinho normal, apesar de reclinar bem, os pés da criança ficam para baixo (mas notei que a maioria dos carrinhos é assim).

No geral achei uma boa aquisição para nosso estilo de vida, principalmente porque o período em que usamos com o bebê conforto é pequeno se comparado à durabilidade do carrinho. Ele foi comprado há 3 anos e meio e está praticamente novo! Já está sendo usado em casa com o moisés para o segundo filho, de 3 meses, dormir no nosso quarto e com o bebê conforto para sair. Mas confesso que não sou apaixonada por esse carrinho, apesar de ter sido muito bom nas viagens que fizemos com o Bento por conta do conforto, como quando fomos para Inhotim e Disney.

Quando engravidei do segundo filho, achei melhor comprar um carrinho estilo guarda-chuva pro mais velho. Escolhi o 3D Lite Convenience Summer Infant. Na época, ele ainda tirava sonecas à tarde, o que tornaria difícil sair com o City Mini com o skate acoplado apenas. Aproveitei porque estaria viajando de férias e um carrinho mais compacto e leve para andar em restaurantes, museus e parques viria a calhar. Três coisas eram importantes para nossa família: praticidade ao abrir e fechar, ser reclinável e ter bom preço. 

Os pontos positivos do 3D Lite Conveniente são excelente preço – pagamos USD 79,99 na Amazon -, reclinarem,apesar de não deitar totalmente, bom compartimento para tralhas na parte de baixo (ainda que o acesso não seja bom quando o carrinho está reclinado) e excelente dirigibilidade. É leve, abre e fecha fácil. Tem canopla de proteção solar com boa extensão.

Mari com Bento no City Mini Baby Jogger

Como ponto negativo ele é menos confortável que o anterior, como todo carrinho guarda-chuva. Quando reclinado, os pés da criança ficam pendurados, apesar de ter apoio para os pés. Não sei se chega a ser um ponto contra, pois isso acontece com a maioria dos carrinhos, mas não pode ser levado no bagageiro de avião – precisa ser despachado ainda que a criança possa ir nele até o finger ou gate, dependendo do aeroporto e da cia aérea.

Nós adoramos o carrinho e é excelente para viagens. Meu filho fala que esse é o carrinho de meninão grandão (3 anos… rs)

Jackie, do Viaje Sim! 

Quando escolhemos o carrinho da Sossô estávamos decididos a ter apenas um modelo, pois nosso apartamento não tem espaço para guardar quase nada e queríamos manter nosso enxoval no mínimo de itens possível. Por isso procuramos um modelo que pudesse ser usado desde recém-nascido até quando não for mais preciso. Ficamos totalmente satisfeitos com nossa escolha, o Bugaboo Bee – à época o Bugaboo Bee 3+ era o modelo mais recente, hoje o Bee 5 já está disponível. Assim que nasceu Sophia dormia no moisés do carrinho, tanto na rua quanto em casa. Esse foi o bercinho dela no nosso quarto até seus 6 meses de vida mais ou menos (o que nos poupou também de adquirir um berço extra ou cosleeper). O moisés é extremamente confortável e sempre achei muito prático para passear e viajar. Depois que paramos de usar simplesmente o desmontamos e está guardado junto com roupas, pois dobra totalmente. Também é possível usar o carrinho para RN sem moisés, pois ele reclina totalmente. Outro acessório útil é o Coccoon, uma espécie de ninho ótimo para dias frios. 

Um dos pontos mais positivos do Bee é o conforto, mesmo quando usado sem o moisés, que se compara ao de um carrinho mais “trambolho”. Sophia dorme muito bem no carinho até hoje, antes de aprender a correr ficava sentada nele e o conforto era nítido. Apesar disso, ele é bastante leve – 8,9 Kg. O peso era importante para nós, pois precisamos subir alguns degraus com o carrinho na nossa casa. Outro fator fundamental para que o escolhêssemos foi a dirigibilidade. Só compramos, pela internet, após testá-lo pessoalmente e confirmar o que diziam as resenhas. Eu saía muito com a Sophia e mais dois cachorros, por isso precisava de um carrinho que pudesse controlar com facilidade com apenas uma mão. O Bee roda suave nas calçadas de pedrinhas portuguesas aqui da Urca, onde passeio com Sossô e mais dois (agora um) cachorros ao mesmo tempo quase diariamente.

Outros fatores positivos do Bee são a facilidade para limpar – pode-se retirar as partes de tecido para lavar – e o ajuste da altura da barra de empurrar, o que permite que tanto eu quanto Rômulo, de alturas diferentes,  fiquemos confortáveis dirigindo o carrinho. O design do Bee também conta pontos a seu favor, pois é charmoso e a possibilidade de customizar o carrinho é uma característica bacana. Penso que para um segundo filho, se enjoar do amarelo, posso comprar apenas uma canopla nova e “teremos” um carrinho novo. Aliás, o Bee tem um ótimo sistema de “plataforma” para irmãos mais velhos. 

Acho que o único ponto negativo do Bee é não poder ser levado na cabine nos aviões. Não sei se realmente usaria essa facilidade, mas acabo sempre ficando com medo de que as companhias aéreas o danifiquem ao ser despachado. Já para usarmos na nossa cidade eu não poderia ter escolhido um carrinho que atendesse melhor a nossa família.

  • Confira detalhes do carrinho que escolhidos – Bugaboo Bee 
  • Acompanhe as nossas viagens com bebê aqui no Viaje Sim!
     

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Publicado por Jackie Mota

Uso minha formação em jornalismo e minha experiência organizando as viagens da minha própria família para escrever posts didáticos e detalhados para poupar o SEU tempo. Nos meus textos você encontra informações práticas apuradas com responsabilidade e organizadas de acordo com as necessidades do viajante. Referências histórias e análises sobre a política e impactos do turismo também estão presentes no meu trabalho para que você viaje bem informado, seguro e consciente - sou especialista em Relações Internacionais e Mestre em Estudos Estratégicos da Segurança Internacional.

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Comentários

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  2. 06 dez 2018

    Ah, que saudade das perninhas gorduchas do Pedro!!! O post é sobre carrinhos, mas você sabe que meu queridinho nas viagens mesmo é o Ergobaby, né? =)

    • 06 dez 2018

      Nossa, morri com a fofurice das fotos fazendo o post. Ele era muito gorduchito, Camila! Nossa, ergobaby é sem dúvida um dos itens mais usados de TODO o enxoval. Ele entra no meu TOP 5, com certeza. Em casa e viagem. Pode ser que role posts sobre carregar também =)
      beijo e obrigada por aceitar o convite!

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