A estratégia Beatles para escolher o que comer em restaurantes em viagens e por que você deveria segui-la

por Jackie Mota 03.mar.2016

Você viajou para um outro país. E em algum momento você decidiu ir a um restaurante. Você se sentou, pegou o cardápio e olhou aquelas palavras. Mas você não fala a língua local. Ou pior, você até fala aquele língua, mas você simplesmente não tem idéia de quais são são os referentes daqueles termos impressos ali. Você tenta googlar alguns ingredientes listados. Acha um, outro, mas não consegue criar uma idéia do sabor daquilo tudo junto. Mas, se você cresceu ouvindo as lições dos Beatles, você sabe muito bem o que fazer. Já se você não é um beatlemaníaco (sempre é tempo de reverter isso, ok?), eu te ajudo e te ensino o método Beatles de escolher o que comer quando você não sabe o que pedir em um restaurante, que é totalmente aplicável em viagens e super testado por nós.

Os Beatles, caso você não saiba, são de famílias da classe trabalhadora. Cresceram com vidas simples, algumas vezes com dificuldades financeiras. Por isso, não tinham muito conhecimento gastronômico. Em alguma entrevista – provavelmente no Anthology, ou pode ser também que seja uma cena do Help ou do A Hard Day’s Night, meu HD beatlemaníaco atingiu a idade em que já não recorda bem as referências – eles contam que quando começaram a frequentar restaurantes, ainda na Inglaterra, não tinham idéia do que pedir para comer, especialmente nos locais mais sofisticados. Provavelmente eles se sentiam como a gente quando entra em um lugar onde não falamos a língua.

Então, eles começaram a aplicar a estratégia Beatles. Eles apenas observavam por um tempinho as mesas ao lado, viam quem parecia feliz, davam umas olhadelas nos pratos e diziam ao garçom: vou querer o mesmo que aquela mesa ali. Pronto. É isso. Simples assim. Sem complicações, dificuldades de pronúncia, dúvidas, vacilos. Seu pedido feito em alguns segundos.

Abaixo, nossa carinha feliz em um refeição maravilhosa em Atenas, Grécia, quando aplicamos a estratégia Beatles:

Mas, vamos combinar que é uma decisão simples, mas muito, muito corajosa, afinal, você não sabe o que, de fato, está pedindo. Não pode haver algo mais aventureiro, hein? Se você sente que sua viagem anda em um esquema muito confortável, seguro, sem surpresas, essa é uma boa forma de se arriscar.

Eu amo a estratégia Beatles porque ela é totalmente à prova de preconceitos e comedores picky e chatinhos (feito eu!). Não dá pra vacilar em provar o novo, nem nos manter em nossa zona de conforto. A gente apenas se atira sobre uma opção do cardápio, torcendo para que o sabor seja tão gostoso quanto parece e para não ser a opção mais cara do cardápio também, né.  E pronto. Ah, e claro, eu também o amo o fato de que, não importa onde eu esteja, de vez em quando, quando me sento para comer, eu me lembro dos Beatles, esses eternos professores de uma vida cheia de amor e simplicidade. It’s easy, all you need is love.

No caso abaixo, em Moscou, eu tentei me virar sem aplicar a estratégia. Não deu muito certo:

Ok, já falei das vantagens, é minha obrigação agora apontar os contras da estratégia, né? O que pode acontecer de ruim com essa estratégia? Bom, a comida que você pediu pode só parecer boa, mas pode não ser do seu gosto. Nesse caso, você pode acabar tendo que comer algo não lá muito gostoso ou ter que pedir outra coisa. Quem sabe o dinheiro tenha acabado depois de pagar a conta e você termine comendo batata-frita em uma lojinha de conveniências. Nossa, que tragédia, hein? Você provou algo novo, você agora tem uma história de viagem pra contar sobre aquela vez em que se arriscou e pediu um prato sem saber o que era exatamente. É… esquece, a estratégia não tem contras não. Pode usar a estratégia Beatles sem moderação!

Tailândia: não gostei da comida local. E agora?

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Publicado por Jackie Mota

Uso minha formação em jornalismo e minha experiência organizando as viagens da minha própria família para escrever posts didáticos e detalhados para poupar o SEU tempo. Nos meus textos você encontra informações práticas apuradas com responsabilidade e organizadas de acordo com as necessidades do viajante. Referências histórias e análises sobre a política e impactos do turismo também estão presentes no meu trabalho para que você viaje bem informado, seguro e consciente - sou especialista em Relações Internacionais e Mestre em Estudos Estratégicos da Segurança Internacional.

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Comentários

  1. Turistar
    08 abr 2016

    Adorei e vou testar na primeira oportunidade!

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