De San Diego a Las Vegas, pela Letícia

Hoje nossa expert em Disney, Letícia, traz a segunda parte da viagem dela de Los Angeles a Las Vegas. A primeira parte, Los Angeles e Anaheim, você lê neste post aqui.. E hoje confira as dicas de San Diego e Las Vegas:

San Diego e Las Vegas pela Letícia

San Diego e Las Vegas viagem 001

Vista panorâmica na Pacific Highway

 

San Diego era o único lugar onde não tínhamos muita certeza do que faríamos. E foi ótimo! As surpresas começaram com o hotel: sem querer, escolhemos um hotel da rede Ramada que manteve todas as características de quando foi construído na década de 60! Ok, nem todas as características, já que as suas instalações atendem aos padrões mínimos de uma cadeia internacional – mas não a ponto de perder o seu arzinho vintage.

Um dos lugares que tentamos visitar foi o San Diego Chargers Qualcomm Stadium, já que o Felipe é fã de futebol americano. Mas demos com a cara na porta, já que estava fechado por conta do feriado.

San Diego e Las Vegas viagem

Estádio dos Chargers

Pois é. Coincidentemente, chegamos a San Diego num final de semana de  feriado: o Memorial Day! Daí tinha muita coisa fechada e a gente não sabia direito o que fazer. Resolvemos ir pra San Diego Harbor e andar sem rumo.

Foi uma grata surpresa, pois descobrirmos por lá um porta aviões  (o USS Midway) que serve de museu e fica aberto à visitação. Logo quis visitar, porque achei oportunidade única!

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USS Midway

Nem vi direito o tempo passar enquanto estávamos lá. Tinha tantos aviões pra ver, veteranos de guerra pra conversar, informações pra obter… e o dia tava lindo demais!

Do lado do USS Midway, fica uma escultura ENORME reproduzindo aquele beijo que ficou famoso no mundo inteiro quando a Segunda Guerra Mundial teve fim. Chamada Unconditional Surrender, a escultura não é em p&b, mas nas cores que seriam os uniformes do marinheiro e da enfermeira que protagonizaram a cena. Perdi a conta de quantos casais vimos tentando reproduzir a cena pra tirar fotos!

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Escultura Unconditional Surrender, em San Dietgo

Ali pertinho de San Diego Harbor, fica o centro histórico da cidade, cheio de bons restaurantes. E, falando em comida, essa foi provavelmente a etapa mais gorda da viagem: fomos ao Applebee’s, ao Cheesecake Factory, e até no IHOP (International House Of Pancakes)! E, é claro, descobrimos também uns cantinhos de comida japonesa muito gostosos (será que é assim por toda a Califórnia?).

Ah! E pra quem quiser fazer compras em San Diego, recomendo o Fashion Valley. É um shopping a céu aberto, com lojas pra todos os gostos e bolsos! A gente foi nele algumas vezes e até aproveitamos o cineminha.

Las Vegas

Chegando a Las Vegas, já deu pra ver o quanto a cidade é louca. Basicamente, tudo acontece em uma rua: a Las Vegas Strip. O nosso hotel era o The Signature by MGM Grand, no sul da Strip. Localização maravilhosa, atendimento incrível, e suítes super espaçosas. Como a gente não queria (e nem podia!) perder tempo, fomos logo jantar e aproveitar o que Vegas tem pra oferecer.

Jantamos dentro do próprio MGM Grand, no japonês Shibuya – que é muito mais do que um sushi bar, oferecendo também opções sofisticadas da cozinha japonesa.

Depois fomos explorar, de fato, a Strip, andando do MGM até o Caesars Palace, parando pra ver as águas do Bellagio.

Aí vem a primeira dica valiosa de Las Vegas: no site Free Vegas Club Passes é possível descobrir as noitadinhas e colocar o nome na lista, tudo de graça. Por isso que o nosso primeiro destino foi o Caesars: lá era a primeira noitadinha programada! Eles mandam pro celular que fica cadastrado no site um SMS com todas as informações pra aproveitar a night. Nesse dia, fomos pro PURE Nightclub, sem pagar nada pra entrar e com free drinks pras mulheres até meia noite.

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Onde tudo acontece, Las Vegas Strip

No dia seguinte, fomos cumprir um dos must-do na nossa lista de Las Vegas: os brinquedos radicais na Stratosphere Tower, do hotel & casino Stratosphere, que não fica na Strip. A torre do Stratosphere tem mais de 100 andares (se não me engano, são 108) e o ticket de acesso de um dia inteiro à torre e aos 3 brinquedos custou US$34.

Mas o que a gente queria mesmo era andar nos brinquedos: X-Scream, Insanity, e Big Shot. A gente tava com a adrenalina tão em alta só de olhar que eu não fotografei nada ):

Fomos primeiro no Insanity, que tem nome muito apropriado. Imagina só: você senta numa cadeirinha num treco que parece uma garra daquelas de máquina de pegar bichinho de pelúcia, aí uma portinhola se abre, a garra vai pra fora do prédio, e começa a girar muito, muito rápido (velocidade média de 40mph), sem nada em baixo, a 270m de altura. A primeira sensação é de pânico total, é claro. Mas depois é absolutamente maravilhoso – parece que a gente tá voando.

Depois fomos pro X-Scream, que também não é pra quem tem estômago fraco. A 264m do chão, a gente é lançado pra cima e pra baixo. É tipo uma catapulta muito alta, sabe? 

O Big Shot foi nosso terceiro e último brinquedo. Nada mais é do que um daqueles elevadores que sobem e descem muito rápido – e que eu amo. Só que ele é o brinquedo mais alto do mundo, com 329m.

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MGM Grand, em Las Vegas

Eu confesso que pintou um cagaço feio em mim antes de andar, mas eu adorei! Me arrependi um pouco de não ter comprado as nossas fotos brincando, mas cada uma custava cerca de US$15 e eu tava muito mão de vaca nesse dia. Recomendando o passeio, eu provavelmente começaria pelo Big Shot, depois ia no X-Scream e aí pro Insanity. Tudo bem que o Big Shot é o mais alto, mas acho que ainda assim é o mais tranquilo.

Depois do Stratosphere, voltamos pra Strip. Era só primavera e o sol tava muito quente. Não dá pra andar por lá sem uma garrafa de água! Protetor solar também é importante.

De noite, a ideia era fazer noitadinha no Chateau Nightclub, que fica no Paris Las Vegas. Então foi pra lá que fomos! Jantamos no Le Provencal, porque é claro que esquecemos de tentar uma reserva no Eiffel Tower Restaurant.

Dos casinos e restaurantes que visitamos, achei o Paris o mais sem gracinha /: ok, é super bonito lá dentro, tem todo jeitinho de Paris mesmo… mas não era nada demais. Gostei mais dos casinos do New York New York, do Mirage, e do próprio MGM Grand.

Sobre o New York New York Hotel & Casino: pra gente, era outra parada obrigatória. Como boa apaixonada por montanhas russas, não podia deixar de andar na The Roller Coaster. E foi lá que começamos o nosso último dia de passeios em Las Vegas.

A montanha russa é bem rápida – em velocidade e duração – mas é meio desconfortável. Bate muito a cabeça, sabe? Mas é bem bacana. Pra brincar uma vez, US$14 por pessoa. Claro que não comprei as nossas fotos de novo…

O melhor desse dia ainda estava mesmo por vir. Como bons fãs dos Beatles, não poderíamos deixar passar a oportunidade de ver The Beatles LOVE by Cirque du Soleil, um dos espetáculos fixos do Cirque du Soleil. Compramos os ingressos no concierge do nosso próprio hotel e seguimos pro Mirage, onde acontece o espetáculo.

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Vista do topo do Stratosphere, em Las Vegas

Na falta de palavras que consigam descrever o espetáculo, apenas duas dicas. A primeira é: não economize (muit0) nos ingressos. Quando não sabíamos de nada, queríamos ficar no setor E, o mais barato, mas acabamos indo pro C: a diferença de preço é relativamente pequena, e a visão é muito, muito melhor. Também tive a impressão, ao longo do espetáculo, de que o setor A (o mais caro!) não tem a melhor das visões, porque é preciso olhar pra cima em alguns (vários) momentos. Só se for pra ver várias e várias vezes – o que, acredite, você vai ficar com vontade de fazer. A outra dica é uma passadinha no REVOLUTION Lounge depois do espetáculo, que seduz com essas letras/puffs gigantes.

Claro que a gente não aproveitou nem metade do que Las Vegas tem pra oferecer, mas gostei bastante dos passeios que escolhemos. Passamos muito tempo dos nossos dias & noites nos casinos – mais ganhando do que perdendo dinheiro – e aproveitamos do nosso jeitinho. O bom de não fazer tudo é que sobram motivos pra voltar pra lá!

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